sexta-feira, 4 de novembro de 2011

será que chegou ao fim todo esse sofrimento?

Chegou ao fim o julgamento de Conrad Murray, o médico pessoal de Michael Jackson, acusado de homicídio involuntário. Na quinta-feira foram ouvidas as alegações finais da defesa e da acusação e espera-se agora o veredicto do júri, que se reunirá hoje em Los Angeles, nos Estados Unidos.
A acusação não tem dúvidas: o médico é culpado na morte do cantor. Mas a defesa, apesar de admitir erros, alega que Michael Jackson automedicou-se sem o conhecimento do médico, provocando a sua própria morte. Se for condenado, Conrad Murray pode enfrentar uma pena de prisão que pode ir até aos quatro anos.

Michael Jackson morreu em 2009 mas só no final do Setembro deste ano é que o caso chegou ao tribunal. O médico começou a ser julgado a 27 de Setembro mas até hoje não pronunciou qualquer palavra em relação ao caso, nem tão pouco testemunhou. A sua postura foi sempre a de um homem sério e atento, com poucas reacções ou expressões faciais, tirando notas de tudo que se ia passando em tribunal. Apenas numa sessão não se controlou e chorou ao ouvir o depoimento de uma paciente que o definia como uma homem de bom coração e nada interesseiro. “Se este homem fosse ganancioso não tinha instalado a sua clínica em Houston, onde setenta e cinco por cento da população é pobre e vive às custas da segurança social”, disse Ruby Mosley, uma das testemunhas que a defesa chamou para contestar o argumento da acusação que alegou que Conrad Murray agiu a pensar apenas no dinheiro que recebia. Numa das sessões, a acusação lembrou o contrato de 150 mil dólares por mês que Murray tinha feito com Michael Jackson. “Ele agiu mais como um simples empregado, preocupado com o dinheiro, do que como médico.”

Num grande circo mediático, que juntou diariamente à porta do Tribunal Superior de Los Angeles centenas de apoiantes de ambos os lados mas em maior número do cantor, o caso pôde ser acompanhado em directo pela televisão e pela internet em todo o mundo. Ao longo dos dias ouviram-se empregados e seguranças de Michael Jackson, antigos pacientes de Conrad Murray, médicos e enfermeiros. Foram mostradas pela primeira vez imagens do corpo do cantor, primeiro na maca do hospital e depois da sua autópsia e foi ainda ouvida uma chamada telefónica inédita entre o médico e o cantor, apenas um mês antes da sua morte, e onde este mal consegue falar por estar sob o efeito de medicamentos. E falou-se de propofol, o poderoso anestésico que terá sido a causa da morte de Michael Jackson.

Do lado da acusação o desfecho deste caso só pode ser a condenação do médico, alegando que Conrad Murray administrou uma dose demasiado forte de propofol ao cantor, que tinha problemas em dormir, sabendo que este medicamento não era o indicado para a situação, uma vez que é normalmente usado em grandes cirurgias. De acordo com um gráfico que a acusação mostrou em tribunal, em dois meses, Murray adminstrou a Michael Jackson cerca de 15 litros desta forte substância. Tendo em conta o cenário, o médico deveria estar preparado para qualquer eventualidade e pronto a socorrer o cantor, o que não aconteceu no dia 25 de Julho, quando Michael Jackson morreu de paragem cardíaca. O advogado de acusação explicou que desde o momento em Michael Jackson se terá sentido mal até Conrad Murray ter ligado para o 112 passaram cerca de 25 minutos. “Uma grande negligência.”

Sobre o dia em que o cantor morreu, Murray alegou em tribunal, no início da investigação, que, após ter dado ao cantor o medicamento dessa noite, saiu do quarto durante “dois minutos, para ir à casa de banho” tendo já reencontrado Jackson em falha respiratória. Argumento que a acusação classifica como “abandono médico”. “Não se pode deixar um paciente sozinho quando este está a ser medicado daquela forma”, disse o advogado, acrescentando que é só “senso comum básico que se tem que ligar logo para o 112”.
Conrad Murray junto do seu advogado de defesa
esperamos que seja feita a justiça que nosso mike mereçe...
michael jackson king of pop...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

steve jobs-biografia

Steve Jobs nasceu em San Francisco, filho de Joanne Simpson e do imigrante sírio Abdulfattah John Jandali. Os seus pais biológicos deram-no para adopção, pois não lhe podiam proporcionar condições para que Steve se formasse na universidade Outra versão, no entanto, é que o pai de Joanne não queria o casamento e então ela teria decidido dar o bebê para adoção
Foi adotado por Paul e Clara Hagopian Jobs, que lhe deram o nome de Steven Paul. Quando completou 17 anos, entrou na universidade Reed College em Portland, Oregon e, depois de 6 meses, se vê obrigado a abandonar a universidade, devido aos seus elevados custos.

O começo da Apple

Ao lado de seu parceiro tecnológico Steve Wozniak, Jobs fundou a Apple Computer em 1976 com o lançamento do Apple I e logo depois o Apple II.[14] Com a Apple capitalizada pelos seus computadores "criativos" e simples, respeitada pela sua ousadia, a partir de 1979 iniciaram em conjunto a criação de um projeto que iria revolucionar tudo em matéria de hardware e software. Era o então projeto Macintosh, que ainda estava em suas cabeças e no papel. Este projeto sugeria o desenvolvimento de uma interface gráfica baseada por navegação de ícones, pastas e janelas (a chamada GUI) tudo isso acionado por um mouse - naqueles tempos os computadores só usavam o teclado - e uma prévia demonstração da tecnologia foi vista por Jobs numa polêmica visita aoPARC da Xerox Corporation, o que lhe rendeu algumas acusações sem provas concretas de espionagem industrial, fato que ainda não foi totalmente esclarecido e ao que tudo indica o modelo do sistema da Xerox foi apenas uma inspiração que desencadeou a criação do primeiro Mac OS (o sistema operacional padrão nos Macintosh).
Em 1984, a Apple lançou o Macintosh, o primeiro e único computador geral com recursos de desenho, tipografia, além de uma interface gráfica abundante.O lançamento do computador foi feito com um grande estardalhaço através de uma campanha publicitária exibida nos intervalos do Super Bowl, evento que atinge picos de audiência enormes. Este comercial de TV foi emblemático pela sua ideia criativa e já demonstrava uma certa rixa entre Apple e IBM. O comercial faz uma analogia ao livro de ficção científica homônimo de George Orwell "1984".[15]

Saída da Apple - 1985

Em 1985, Jobs foi forçado a deixar a Apple pelo conselho de administração da empresa, e fundou uma outra empresa de computadores, a NeXT. Em 1986, comprou a Pixar da Lucasfilm, que anos mais tarde ficou famosa por uma nova linguagem de animação 3D para desenhos animados. Na década de 1990, a Pixar sob liderança de Steve Jobs produziu o primeiro filme infantil animado na sua totalidade por computador, Toy Story. No dia 24 de janeiro de 2006 a Walt Disney Company adquiriu a Pixar por 7,4 bilhões de dólares.[14] A Disney/Pixar é atualmente o maior estúdio de filmes animados do mundo.

Retorno a Apple - 1997

Walter Mossberg e Kara Swisher entrevistam Steve Jobs e Bill Gates na conferência 'D5: All Things Digital', no Silicon Valley, em 2007
Em 1996 a Apple, que estava desenvolvendo um novo sistema operacional, comprou de Steve Jobs a NeXT Computer para poder utilizar o NeXTStep como base para o seu novo sistema operacional. Com esta operação Jobs retornou para a Apple - que estava numa situação financeira frágil e a ponto de fechar - em 1997 como consultor. A companhia foi salva a tempo com a venda de 40% das ações a rival Microsoft, com uma ideia e um produto criativo de impacto introduzindo o iMac em 1998 com o novo sistema operacional o Mac OS 9. Com o passar dos anos a Apple readquiriu as ações da Microsoft, que evitaram sua falência.
Depois do sucesso de vendas dos primeiros iMacs, preparou uma nova revolução, a de refazer o famoso Mac OS, criando uma nova e poderosa plataforma que uniu o poder e a estabilidade do sistema Unix com a praticidade e elegância do tradicional Mac OS. Em 2000 foi lançado o Mac OS X.
Sob a orientação de Jobs, a Apple aumentou suas vendas significativamente depois destas inovações implantadas por ele e sua equipe. O iMac foi o primeiro computador introduzido no mercado com várias características avançadas, principalmente pelo seu design inovador e pelo material utilizado, basicamente o plástico translúcido e colorido, o que decretou a morte da cor padrão para PCs (o bege), e a partir de então muitos deles passaram a usar este tipo de material nos produtos de informática em geral. Desde então, Jobs vem trabalhando muito em ideias criativas deste nível e obtendo sucesso de vendas com elas.
Uma de suas inovações foi ramificar a Apple para além de seu mercado restrito da informática, passando a atuar na área de eletrônica, telecomunicações (iPhone) e músicas digitais (AAC e MP3), com a introdução em 2001 do tocador portátil de música iPod, integrado com sua loja de venda legal de música pela internet através do iTunes, um software dedicado para reprodução de áudio, vídeo, CDs e de rádios online. O iPod conquistou o público por sua leveza, praticidade, modernidade e simplicidade.
Em 2007 a Apple passou a comercializar telefones celulares, chamados de iPhone, com tecnologia de toque (batizada de multi-touch por aceitar toques simultâneos); em 2008 lançou a versão de tecnologia 3G do aparelho, iPhone 3G; em julho de 2009 lançou o iPhone 3gs (speed), com comando de voz e muito mais rápido que os modelos anteriores.
Em junho de 2010, a Apple lançou o iPhone 4. Uma das maiores novidades, muito aguardada pelos usuários das versões anteriores, foi a possibilidade do multitask (execução de vários programas simultaneamente), além de câmera com 5 MP com flash, entre outras mudanças. O iPhone 4 foi alvo de polêmicas, após alguns usuários (0,55%, de acordo com a própria fábrica) constatarem que, se tocado em determinado ponto (onde ficava a antena), o equipamento sofria queda de sinal. Poucas semanas depois, Steve Jobs apresentou-se publicamente em uma conferência, admitindo a existência do problema. Para contorná-lo, os usuários teriam duas opções: receber gratuitamente uma espécie de capa para evitar o toque na antena; ou então ir a qualquer loja da Apple para a devolução do dinheiro.

MacWorld

Steve Jobs fazia anualmente palestras emblemáticas (Keynotes), nas MacWorlds, quando lançava suas tão esperadas ideias para a Apple (e o público se frustrava muito quando não havia novidades convincentes nestes eventos da Apple). Jobs e seus parceiros apresentavam as novidades que a empresa lançaria em cada temporada. Muitas dessas novidades acabavam se tornando tendência de mercado. No final de 2008, a Apple declarou que a MacWorld 2009 seria a última de que a empresa iria participar. Nesta edição do evento, Phil Schiller, vice-presidente de marketing de produtos da Apple na época, foi o palestrante oficial.

Rivalidades

A rivalidade de Steve Jobs com Bill Gates, ex-presidente e dono da Microsoft, já é elemento cultural do setor. Essa disputa pode ser conferida no filme produzido pelo canal de TV a cabo TNT, "Pirates of Silicon Valley" (Piratas do Vale do Silício, na versão em português), que aborda a biografia deles e das suas empresas, algumas vezes de forma exagerada. Podemos ver a disputa que existia entre eles e suas respectivas empresas muito antes de serem os icones e "idolos" que são hoje.

Pixar e Disney

Em 1986, Jobs comprou da Lucasfilm um estúdio de computação gráfica, o Pixar Studios, por 5 milhões de dólares. Com uma parceria estratégica com a Disney criou, produziu e lançou vários filmes em animação 3D de sucesso, tais como o Toy Story, Procurando Nemo, Ratatouille, "Up, Altas Aventuras" e o mais recente " Carros 2 ". Com a compra dos estúdios Pixar pelo grupo de comunicação e entretenimento Walt Disney, Jobs se tornou o maior accionista individual da Disney, onde deveria ocupar um posto no conselho directivo, segundo uma nota divulgada pela empresa compradora no dia da compra, em Janeiro de 2006.

Renúncia

Em 24 de agosto de 2011, Jobs renunciou à presidência da Apple. Ele esperava permanecer como presidente da mesa diretora da empresa, recomendando em sua carta de demissão que Tim Cookfosse nomeado seu sucessor.
morte

Steve Jobs morreu em 5 de outubro de 2011 em decorrência de um câncer pancreático, contra o qual lutava desde 2004. O anúncio foi dado pela família dele, que disse: "morreu em paz hoje" A empresa da qual ele foi fundador e CEO, a Apple, divulgou um comunicado separadamente anunciando a morte de Steve Jobs. No comunicado, lê-se: "Estamos profundamente tristes em anunciar que Steve Jobs faleceu hoje. O brilho de Steve, sua paixão e força foram as fontes de inúmeras inovações que enriquecem e melhoram todas as nossas vidas. O mundo é incomensuravelmente melhor por causa de Steve. Os grandes amores da sua vida foram a sua esposa, Laurene e sua família. Nossos corações estão com eles e para todos que foram tocados por seus dons extraordinários."
Também em 5 de outubro de 2011, o site corporativo da Apple recebia os visitantes com uma página simples mostrando o nome de Steve Jobs, seu ano de nascimento e morte e um dos seus retratos mais famosos. Ao ser clicada, a imagem conduzia a uma página com um obituário que dizia: "A Apple perdeu um visionário e gênio criativo e o mundo todo perdeu um ser humano incrível. Aqueles de nós que tivemos o privilégio de conhecer e trabalhar com Steve perdemos um amigo querido e um mentor inspirador. Steve deixa para trás uma empresa que só ele poderia ter construído e seu espírito será sempre a base da Apple.


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

julgamento de conrrad murray-galeria de fotos

Corpo de Michael Jackson filmado pela rede de televisão ABC foi exibido no julgamento de Michael Jackson  Foto: Reprodução
Joe Jackson, pai de Michael, chega ao tribunal de Los Angeles onde Dr. Conrad Murray está sendo julgado nesta terça-feira (27)    Foto: Reuters
A matriarca da família, Katherine Jackson, chega à corte sob forte segurança  Foto: Reuters
Lotoya, a mais velha dos irmãos jackson, também participa do julgamento  Foto: Reuters
Os irmãos Randy e Janet Jackson   Foto: AFP
O julgamento de Conrad Murray acontece nesta terça-feira (27)  Foto: Reuters
Fã segura camiseta com a mensagem Dr.Morte. Justiça para Michael  Foto: Reuters

Julgamento pela morte de Michael Jackson entra na 2ª semana


O julgamento contra o médico Conrad Murray pela morte de Michael Jackson começa nesta segunda-feira sua segunda semana com o testemunho do paramédico que atendeu o "rei do pop" momentos antes de sua morte ser confirmada.
Murray, 58 anos, é acusado de homicídio involuntário pela suposta administração ao cantor de uma dose letal de remédios, concretamente um anestésico chamado propofol que segundo a autópsia tirou a vida do artista no dia 25 de junho de 2009.
A Promotoria insiste em que o médico cometeu uma "negligência flagrante" no cuidado de seu paciente e isso foi a causa direta de sua repentina morte, enquanto a defesa mantém que foi o próprio Michael que, devido a suas dependências, acabou tomando os remédios quando Murray estava ausente.
O acusado se declarou inocente das acusações e poderia chegar a passar até quatro anos na prisão se receber uma sentença desfavorável em um julgamento que se espera que se prolongue até o final do mês.
Está previsto que a primeira testemunha a se declarar nesta segunda-feira, a partir das 8h45 (horário local, 12h45 em Brasília), será o médico de urgências do hospital Ucla Richelle Cooper, cujo testemunho ficou interrompido ao término da sessão vespertina de sexta-feira passada.
Cooper disse ao tribunal que Michael chegou "clinicamente morto" ao centro médico mas que, mesmo assim, tentaram reanimá-lo sem sucesso. O médico disse que em momento algum Murray informou a sua equipe que o cantor tinha recebido propofol horas antes, como posteriormente admitiu o médico de Michael durante a investigação.
Ed Chernoff, advogado de Murray, assegurou ao júri em sua alegação inicial que seu cliente administrou uma pequena dose de propofol ao artista depois que o "rei do pop" "rogou" pelo remédio que, segundo Chernoff, tomava há muito tempo para combater sua insônia.
A quantidade descrita por Chernoff é inferior à detectada na análise toxicológica realizada durante a autópsia de Michael. Murray disse aos médicos que atenderam o cantor no dia de sua morte que estava medicando o artista com o tranquilizante lorazepam para ajudá-lo contra seu "esgotamento" e "desidratação" devido aos ensaios nos quais estava envolvido o cantor.
Michael ia reaparecer em julho de 2009 com uma série de 50 shows em Londres que tinham como título This Is it
Conrad Murray foi acusado de ter sido negligente ao medicar doses exageradas de Propofol ao cantor. Foto: AFP

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Michael Jackson deveria estar nas Torres Gêmeas no dia 11 de setembro


Michael
Jackson poderia ter sido uma das vítimas do ataque de 11 de setembro,
se não tivesse dormido demais. Pelo menos é isso que alega o seu irmão,
Jermaine. O cantor deveria comparecer a uma reunião no local, mas estava
cansado devido a uma apresentação na noite anterior.

“Nós
ficamos apavorados quando as torres caíram, já que Michael deveria
estar lá. Mas nossa mãe disse que ele estava bem. Ele não compareceu a
seus compromissos, o que foi ótimo”, revelou Jermaine, segundo o “The
Sun”.
A
revelação ocorreu durante a divulgação do novo livro de Jermaine, “You
are not alone: Michael, through a brother`s eyes” (“Você não está
sozinho: Michael, pelos olhos do irmão”, em tradução livre).


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Jamie Foxx é anunciado como apresentador de tributo a Michael Jackson

invO ator e cantor Jamie Foxx foi escalado para apresentar o "Michael Forever: The Tribute Concert", tributo a Michael Jackson, que acontecerá em Cardiff, País de Gales, no dia 8 de outubro.

Foxx não escondeu sua empolgação ao falar do papel que vai exercer no show. "Michael era maior do que tudo e eu o admirei, honrei, fiz piadas com ele, mas sempre o amei e respeitei. Espero honrar seu legado de uma forma que faria com que ele risse e chorasse", disse ele à MTV News.

O evento tem o apoio da mãe do rei do pop, Katherine, e de seus irmãos LaToya, Tito, Jackie e Marlon. Entre as atrações confirmadas para o tributo estão: Beyoncé, Christina Aguilera, Cee Lo Green e Smokey Robinson.

"Michael Forever: The Tribute Concert", é um espetáculo que está cercado de polêmicas.  Alguns membros da família Jackson não abraçaram o projeto porque ele ocorrerá ao mesmo tempo que o julgamento do médico acusado de ser o culpado pela morte do cantor. Além disso, os ingressos baixaram de preço, por causa da falta de demanda. A banda Kiss foi excluída da programação em razão da insatisfação dos fãs de Michael para com as declarações que o baixista da banda, Gene Simmons, deu anteriormente confirmando sua crença sobre Jackson ter molestado crianças.
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Escultura em Neverland

Esta bela escultura foi encomendada por Michael para Neverland e é intitulado: “Snapshot”.
Reconhece alguém?
Este trabalho foi encomendado á artista Jane DeDecker há 18 anos. Jane conheceu Michael em um festival de artes em Los Angeles em 1992. Ela tinha um posto no Santa Monica Boulevard e Michael parou para observar seu trabalho.
Dentro de 10 minutos eles foram cercados por fãs, Michael teve de fugir.
No dia seguinte ele voltou disfarçado, e comprou duas peças e visitou DeDecker por quase uma hora. Após essa reunião, ela foi contratada para fazer esse trabalho “Snapshot”, uma cena de Michael e seus amigos. Ele enviou suas fotos para o trabalho, ela ainda tem as fotos. DeDecker colocou uma luva de beisebol na mão esquerda de Michael, que ele amava.
Personagens da escultura, da esquerda:
Gary Coleman segurando uma câmera, um amigo do escultor, Brandi Jackson, sobrinha de Michael, Janet Jackson, irmã de Michael de pé, Macaulim Culkin, Michael e Brett Ratnercineasta  amigo de Michael á  beber uma Coca-Cola.
A obra original é está nos jardins de Neverland.
Em Lakewood, Colorado, há uma cópia que foi comprada em 1994 pela cidade como a sua primeira peça de arte pública. No momento da compra, Kathy Berls, presidente do Conselho de Artes Lakewood, disse que as autoridades não tinham idéia de quem são as pessoas na escultura.