segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

a historia do pop

Origem do pop

De acordo com o Grove Music Online, o termo "música pop" "foi criado no Reino Unido em meados dosanos de 1950 como uma descrição para o rock and roll e os novos estilos musicais juvenis que influenciou...". O The Oxford Dictionary of Music afirma que ao passo que a pop "tinha um significado inicial de concertos recorrentes a uma ampla audiência (...) desde o final daquela década, entretanto, o gênero tinha uma conotação especial de música não-clássica, geralmente na forma de canções, interpretadas por artistas como The Beatles, Rolling Stones, ABBA, etc" A fonte também declara que "(...) no início dos anos de 1960, [o termo] 'música pop' competiu de forma terminológica com a beat [naInglaterra], enquanto que nos Estados Unidos sua cobertura sobrepôs-se com a do rock and roll". OChamber's Dictionary menciona o uso contemporâneo da expressão "pop art", da mesma forma que o Grove Music Online declara que "a música pop (...) parece ter sido uma continuação dos termos da pop art e dacultura pop, inventados um pouco antes e referenciando-se a uma completa cadeira de novos produtos de meios de cultura geralmente americana".
A partir de 1967, o termo foi crescentemente usado em oposição ao do rock, uma divisão que gerou um significado geral às duas expressões. Enquanto o rock desejava a autencidade e uma expansão das possibilidades da música popular, o pop era mais comercial, efêmero e acessível. De acordo com o sociomusicologista Simon Frith, a música popé produzida "como uma questão de empreendimento, não de arte", é "desenvolvida para agradar a todos" e "não vem de um lugar específico nem delimita a um gosto particular". Não "é direcionada a um desejo significativo, mas sim o de lucro e de recompensa comercial. (...) e, em termos musicais, é basicamente conservador" e "é fabricada por um grupo financeiro (gravadoras, programadores de rádios e patrocinadores de eventos) ao invés de uma elaboração de baixo custo. (...) A pop não é um gênero independente, mas sim profissionalmente .

Influencias

Durante seu desenvolvimento, a música pop foi influenciada pela maioria dos outros gêneros populares. Seu início foi caracterizado pela forma da balada sentimental, obtendo o uso de harmonias vocais da evangélica e do soul, a intrumentação do jazz, da country e do rock, a orquestração da clássica e o andamento da dance music, sendo sustentada pela eletrônicae por elementos rítmicos do hip hop e recentemente apropriou-se de passagens faladas do rap.
O gênero também fez uso de inovações tecnológicas. Nos anos de 1940, o design do microfone aperfeiçoado permitiu um estilo de canto mais pessoale uma ou duas décadas depois, gravações de 45 rotações por minuto mais baratas e duráveis para canções lançadas como singles"revolucionaram a maneira na qual a pop foi disseminada" e auxilioou a inserir músicas de pop em sistemas de fonografia, rádio e filmes.Outra mudança tecnológica foi a larga disponibilidade da televisão nos anos de 1950: com apresentações televisionadas, "estrelas de pop tinham de ter uma presença visual". Nos anos de 1960, a iniciação de rádios portáteis e baratos fez com que adolescentes pudessem ouvir música fora de casa.A gravação multicanal (da década de 1960) e a extração da melodia de outras músicas (da de 1980) foram também utilizadas como métodos para a criação e a elaboração da música pop.No início dos anos de 1980, sua divulgação foi altamente afetada pela ascenção de canais televisivos musicais como a MTV, que "favoreceu aqueles artistas como Michael Jackson e Madonna que possuíam grande apelo visual".
A música pop foi dominada pelas indústrias musicais americana (a partir de meados dos anos de 1960) e britânica, cuja influência fez dela algo de uma monocultura internacional, mas a maioria de regiões e nações têm a sua própria forma do gênero, às vezes produzindo versões locais de tendências mais amplas e dando a elas características das suas terras de origem. Algumas destas tendências (por exemplo, o subgêneroeuropop) tiveram um impacto significante para o desenvolvimento da pop.
De acordo com o Grove Music Online, "estilos de pop derivados do Ocidente, se coexistem com ou marginalizam distintamente gêneros locais, têm espalhado-se por todo o mundo e vieram a formar denominações de estilo comuns nas culturas musicais a nível do comércio global".[14] Algumas culturas orientais como a japonsesa criaram uma indústria de músicapop próspera, da qual grande parte é devota à ocidental, e produziram uma quantidade de música maior do que em qualquer lugar, exceto nos Estados Unidos.A expansão do estilo de pop ocidental foi interpretada variadamente como representante de processos de americanização, de homogenização, de modernização, de apropriação criativa, de imperialismocultural e ou um método mais geral de globalização.
Michael Jackson  eMadonna  foram alguns dos artistas favorecidos pelo surgimento do canal televisivo MTV nos anos de 1980 pela atração visual que transmitiam.
michael jackson

madonna

sábado, 26 de novembro de 2011

michael jackson-dangerous


Dangerous World Tour

Em junho de 1992, Michael saiu em turnê para divulgar o álbum e quebrou recordes de público firmados anteriormente por ele mesmo durante a Bad World Tour, em 1987 e 1988. A turnê foi interrompida em 1993 depois que ele foi acusado de abusar sexualmente de um menor. Apesar disso, a investida levou para os estádios 3,5 milhões de pessoas em 69 concertos - uma média maior do que qualquer outra turnê até então. Todos os lucros da Dangerous World Tour foram revertidos para caridade.
A Dangerous World Tour foi a turnê que utilizou mais equipamento do mundo. O palco demorava 3 dias para ser montado e eram necessárias mais de 60 carretas, 20 caminhões e 2 jumbos 747 para transportar o equipamento de 2 toneladas e meia que eram: 168 homens trabalhando, 2 telões de cristal líquido, 1000 luzes e mais de 10 mil cabos elétricos. A Dangerous World Tour foi transmitida ao vivo pela HBO e foi a turnê de maior audiência da televisão. Um ano depois, em 1993, Michael fez uma visita ao Brasil.
Dangerous é o oitavo álbum de estúdio lançado por Michael Jackson pela Epic em 1991 que figura como o segundo melhor desempenho de vendas da carreira do cantor. Até 2002Dangerous vendeu mais de 38 milhões de cópias ao redor do globo, segundo estimativas da gravadora. O álbum marca o término da parceria de 12 anos entre Jackson e Quincy Jones na produção, que nesse disco fica a cargo, essencialmente, de Teddy RileyDangerousfigura como o álbum de um artista masculino mais vendido da década de 1990, e o álbum de New Jack Swing mais bem sucedido de todos os tempos. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame[2].
É a primeira coleção de músicas inéditas lançada pelo astro nos anos 90 e o primeio álbum distribuído como parte do incrível contrato recorde de US$ 1,089 bilhão (que perdura até hoje como o maior valor já pago para um cantor na história da música) firmado entre Jackson e a Sony em 1990.Dangerous reúne 14 canções e gerou nove compactos, incluindo três números um nos Estados Unidos: "Black or White" (Rock), "Remember the Time" (R&B) e "In The Closet" (R&B). Outras canções, como "Heal The World" e "Will You Be There", tema do filme Free Willy (1993), também se tornaram imeditamente reconhecidas, ou ainda faixas não tão populares no grande público, mas que se tornaram enormes secessos de New Jack Swing/R&B como: "Jam" e "Dangerous".

Músicas arquivadas


Acredita-se que Michael tenha gravado cerca de 70 músicas para este álbum, mas o título destas canções não foi divulgado. Só são conhecidas as seguintes gravações:

Edição especial

A Epic lançou, em outubro de 2001, uma edição especial de Dangerous celebrando os 30 anos de carreira solo de Jackson. O álbum recebeu capa dura de luxo com 23 pagínas e um recorte da imagem original. O encarte de Dangerous também foi modificado, incluindo fotografias do acervo pessoal do astro. No novo encarte de Dangerous, encontra-se o poema "Planet Earth" escrito pelo próprio Michael.

[editar]Desempenho de mercado

[editar]O Álbum

Prejudicados pela crescente popularidade do grunge, vertente do rock difundida pela banda Nirvana nos anos 90, os compactos de Dangerous tiveram desempenho mediano nas rádios dos Estados Unidos. Com o declínio de influência no mercado americano, Jackson apostou com sucesso, no europeu e conquistou o melhor desempenho internacional da carreira com Dangerous. A seguir, a tabela com as melhores posições de Dangerous nos principais países do globo. Ao lado, o número de semanas (consecutivas e não-consecutivas) que o álbum permaneceu como #1 em seu respectivo país e, por fim, a posição na qual o álbum estreou.


6:58

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ator de "The Big Bang Theory" faz piada com condenação de médico de Michael Jackson

A condenação do médico Conrad Murray pela morte de Michael Jackson virou um dos assuntos mais comentados no Twitter na tarde desta segunda-feira (7).

Pouco depois do anúncio da decisão do júri, "Conrad Murray GUILTY" ("Conrad Murray CULPADO) entrou para a lista de "trending topics" do microblog. Além disso, algumas celebridades usaram o Twitter para comentar o assunto.

O ator Simon Helberg (o Howard da série "The Big Bang Theory") fez piada com o caso: "Então médicos foram capazes de transformar Michael Jackson em um homem branco sem nenhum problema e este médico não conseguiu ajudá-lo a tirar uma soneca sem matá-lo?", escreveu.

"Vitória!!!!!!", comemorou La Toya Jackson, irmã do cantor, que estava presente no Tribunal de Los Angeles no momento do veredicto, cerca de uma hora após o anúncio. "Michael, eu te amo e vou continuar a lutar até que TODOS sejam punidos! Obrigada a TODOS por seu amor e apoio! Será SEMPRE bem-vindo!", completou La Toya pouco depois.

O cardiologista Conrad Murray, 58 anos, foi considerado culpado pela morte não intencional do cantor Michael Jackson, em junho de 2009. O veredicto do júri foi lido na noite desta segunda-feira (7). Ele pode passar até 4 anos na prisão e perder a licença médica. A sentença sairá no próximo dia 29.


O resumo de toda a história

Em 25 de junho de 2009, Michael Jackson morreu por overdose de Propofol, um anestésico de uso hospitalar que o cantor estaria usando para conseguir dormir em meio aos preparativos da turnê "This Is It". Dois anos após a morte, um júri deve julgar o médico Conrad Murray por negligência ao medicar o astro em casa, sem equipamentos adequados.
Acusação
A promotoria acusou o Dr. Conrad Murray de ter sido negligente ao dar propofol a Michael Jackson em casa, sem equipamentos de salvamento adequados disponíveis e, em seguida, sair da sala por tempo suficiente para que seu paciente não estivesse respirando quando voltou.
Defesa
A defesa afirmou que o cantor, desesperado para dormir, engoliu uma dose adicional da droga quando seu médico estava fora da sala. Em 12 de outubro, porém, a defesa retirou a hipótese de que Jackson teria tomado Propofol sozinho. Em vez disso, eles passaram a alegar que o cantor injetou mais 25 mg do anestésico quando o médico estava no banheiro --metade da dose que Murray já havia preparado.
Testemunhas
- Kenny Ortega (amigo e coreógrafo de Jackson na turnê "This Is It")
- Seguranças do cantor
- Paramédicos e médicos do pronto-socorro
Júri
Sete homens e cinco mulheres
Tempo do julgamento
 seis semanas
moonmonsterjack.blogspot.com

Conrad Murray é culpado pela morte de Michael Jackson

O cardiologista Conrad Murray, 58 anos, foi considerado culpado pela morte não intencional do cantor Michael Jackson, em junho de 2009. O veredicto foi lido na noite desta segunda-feira (7). Ele pode passar até 4 anos na prisão e perder a licença médica. A sentença sairá no próximo dia 29 de novembro.
Murray ouviu o veredicto com a expressão imóvel; saiu algemado do tribunal e foi levado em custódia, sem direito a fiança. Durante todo o julgamento, a acusação sustentou que o cardiologista foi irresponsável no tratamento de Jackson, usando métodos "bizarros", como a aplicação sistemática do anestésico propofol fora de um ambiente hospitalar, na casa do cantor. Jackson sofria de insônia crônica, e precisava do auxílio de calmantes para dormir.
Antes do anúncio da decisão do júri, uma multidão se reunia na entrada do tribunal com placas de apoio e condenação a Murray. Em uma delas, lia-se: "Murray, queime no inferno!"
Os jurados chegaram ao veredicto por volta das 17h desta segunda (horário de Brasília), após menos de nove horas de deliberação, 866 dias depois da morte do astro, em 25 de junho de 2009. A leitura da decisão foi feita cerca de duas horas depois.
Numa rápida coletiva, o promotor David Walgren agradeceu o juiz e os jurados. Também lembrou a família Jackson, que "sofreu a perda de um filho, de um pai, de um irmão".
A família Jackson emitiu um comunicado por volta das 20h desta segunda. "Esperamos este momento por muito tempo, e não pudemos segurar as lágrimas de alegria no tribunal. Mesmo que nada possa trazer nosso filho de volta, a justiça finalmente foi feita!"
O comunicado continua. "Não vemos a hora de ir para casa e dividir esse dia com as crianças de Michael
Segundo a rede de TV Fox News, os familiares do cantor choraram ao ouvir o veredicto. Pouco antes do anúncio, a irmã de Jackson, La Toya, disse em sua página no Twitter que "tremia incontrolavelmente". A cantora falou à Associated Press na saída do tribunal, e disse que "Michael estava olhando por nós".A expressão "Conrad Murray culpado" se tornou um dos assuntos mais comentados no serviço de microblog.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

será que chegou ao fim todo esse sofrimento?

Chegou ao fim o julgamento de Conrad Murray, o médico pessoal de Michael Jackson, acusado de homicídio involuntário. Na quinta-feira foram ouvidas as alegações finais da defesa e da acusação e espera-se agora o veredicto do júri, que se reunirá hoje em Los Angeles, nos Estados Unidos.
A acusação não tem dúvidas: o médico é culpado na morte do cantor. Mas a defesa, apesar de admitir erros, alega que Michael Jackson automedicou-se sem o conhecimento do médico, provocando a sua própria morte. Se for condenado, Conrad Murray pode enfrentar uma pena de prisão que pode ir até aos quatro anos.

Michael Jackson morreu em 2009 mas só no final do Setembro deste ano é que o caso chegou ao tribunal. O médico começou a ser julgado a 27 de Setembro mas até hoje não pronunciou qualquer palavra em relação ao caso, nem tão pouco testemunhou. A sua postura foi sempre a de um homem sério e atento, com poucas reacções ou expressões faciais, tirando notas de tudo que se ia passando em tribunal. Apenas numa sessão não se controlou e chorou ao ouvir o depoimento de uma paciente que o definia como uma homem de bom coração e nada interesseiro. “Se este homem fosse ganancioso não tinha instalado a sua clínica em Houston, onde setenta e cinco por cento da população é pobre e vive às custas da segurança social”, disse Ruby Mosley, uma das testemunhas que a defesa chamou para contestar o argumento da acusação que alegou que Conrad Murray agiu a pensar apenas no dinheiro que recebia. Numa das sessões, a acusação lembrou o contrato de 150 mil dólares por mês que Murray tinha feito com Michael Jackson. “Ele agiu mais como um simples empregado, preocupado com o dinheiro, do que como médico.”

Num grande circo mediático, que juntou diariamente à porta do Tribunal Superior de Los Angeles centenas de apoiantes de ambos os lados mas em maior número do cantor, o caso pôde ser acompanhado em directo pela televisão e pela internet em todo o mundo. Ao longo dos dias ouviram-se empregados e seguranças de Michael Jackson, antigos pacientes de Conrad Murray, médicos e enfermeiros. Foram mostradas pela primeira vez imagens do corpo do cantor, primeiro na maca do hospital e depois da sua autópsia e foi ainda ouvida uma chamada telefónica inédita entre o médico e o cantor, apenas um mês antes da sua morte, e onde este mal consegue falar por estar sob o efeito de medicamentos. E falou-se de propofol, o poderoso anestésico que terá sido a causa da morte de Michael Jackson.

Do lado da acusação o desfecho deste caso só pode ser a condenação do médico, alegando que Conrad Murray administrou uma dose demasiado forte de propofol ao cantor, que tinha problemas em dormir, sabendo que este medicamento não era o indicado para a situação, uma vez que é normalmente usado em grandes cirurgias. De acordo com um gráfico que a acusação mostrou em tribunal, em dois meses, Murray adminstrou a Michael Jackson cerca de 15 litros desta forte substância. Tendo em conta o cenário, o médico deveria estar preparado para qualquer eventualidade e pronto a socorrer o cantor, o que não aconteceu no dia 25 de Julho, quando Michael Jackson morreu de paragem cardíaca. O advogado de acusação explicou que desde o momento em Michael Jackson se terá sentido mal até Conrad Murray ter ligado para o 112 passaram cerca de 25 minutos. “Uma grande negligência.”

Sobre o dia em que o cantor morreu, Murray alegou em tribunal, no início da investigação, que, após ter dado ao cantor o medicamento dessa noite, saiu do quarto durante “dois minutos, para ir à casa de banho” tendo já reencontrado Jackson em falha respiratória. Argumento que a acusação classifica como “abandono médico”. “Não se pode deixar um paciente sozinho quando este está a ser medicado daquela forma”, disse o advogado, acrescentando que é só “senso comum básico que se tem que ligar logo para o 112”.
Conrad Murray junto do seu advogado de defesa
esperamos que seja feita a justiça que nosso mike mereçe...
michael jackson king of pop...